Preço por código de barras
O preço real nos mercados da sua região, com intervalo, nível de confiança e data da última atualização. Se estiver no mercado, você corrige o preço em dois toques.
Aponte a câmera para o código de barras do produto. O blequi mostra quanto custa, em qual mercado perto de você o preço é menor — e, quando a Black Friday é golpe, mostra isso também.
Sem planilha, sem caderneta de preço, sem pergunta no grupo da família. Você está no corredor do mercado, o celular já está na mão.
A câmera lê o EAN do produto. Funciona offline no app, e o preço sai do cache local.
Ordenado por distância real, com o nível de confiança e há quantas pessoas reportaram.
Se você está no mercado, o GPS valida. Quem acerta ganha reputação e sobe de nível.
"50% OFF" em dois passos: o preço sobe 20% nas duas semanas antes, e desce 20% na semana. Você viu a etiqueta riscada e achou que economizou metade. Não economizou nada.
O anúncio dizia até 50% OFF. Na prática, o preço no fim da semana ficou 2% abaixo do que você pagava antes de começar a promoção. Economia de R$ 0,10.
Compara o preço de 90 dias do mesmo produto no mesmo mercado, e separa duas coisas que o marketing mistura:
Só acusamos quando as três evidências batem. Com poucos dias de dados, a resposta é ainda coletando — não um veredito sobre o lojista.
Hoje é caderno de papel: você deixa um Pix de R$ 200 adiantado e o dono anota no caderno o que você vai pegando. No fim do mês ninguém concorda sobre o número. Com o blequi, o caderno vira uma conta pré-paga: você recarrega, a quitanda vai liberando o que você precisa, e cada liberação passa por você.
Você faz o Pix direto para a conta da quitanda e avisa: "entrei com R$ 200". O dinheiro vai inteiro para a quitanda — o blequi só anota que você já pagou.
Na hora da compra, o dono digita seu CPF e o valor. Se ainda cabe no seu saldo, ele libera. Você não precisa levar dinheiro nem caderno — só pegar o que veio buscar.
A quitanda mostra um QR na tela do balcão. Você aponta a câmera, vê o valor e quanto vai sobrar no saldo, e aprova. Não reconheceu? Rejeita — e nada é descontado.
Funciona como um cartão de recarrega da loja: você decide quanto deixar disponível e vai usando conforme a necessidade. Se o valor não couber no seu saldo, a quitanda nem consegue lançar.
O Pix vai do seu celular direto para a conta da quitanda. O blequi nunca guarda dinheiro de ninguém — só registra.
Sem recarga, não há compra. Não existe "-R$ 30" aqui, e a quitanda nunca precisa cobrar dívida de ninguém.
Nada é descontado sem a sua aprovação. O valor e o saldo novo aparecem na tela antes de você decidir.
Ele é da quitanda — é assim com cartão de recarrega. A quitanda ganha na venda, não no saldo parado.
O preço real nos mercados da sua região, com intervalo, nível de confiança e data da última atualização. Se estiver no mercado, você corrige o preço em dois toques.
Marque leite, sabão em pó, couve. O blequi calcula em quantos mercados vale a pena passar — e desconta o custo de ir até lá do que economiza. Compare 1, 2 ou 3 lojas lado a lado.
Histórico de 90 dias por produto e mercado, com detecção de inflação prévia e o cálculo da economia que sobrou de verdade.
Você recarrega a quitanda da esquina, ela vai liberando o que você precisa e cada compra é confirmada por você lendo um QR. Sem caderno de papel, sem dívida — e o saldo nunca fica negativo.
Ninguém aqui quer vender nada pra você. Isso muda o incentivo: o blequi não tem motivo pra inflar um preço, e cada número mostra de onde veio.
"R$ 4,49, de 2 horas atrás" ou "de ontem" — sempre. Dado velho aparece como velho, nunca disfarçado de atual.
Um report vira preço de verdade quando pessoas diferentes confirmam. A confiança é calculada com recência, número de fontes e dispersão — e mostrada junto do valor.
Reportes confirmados sobem reputação e desbloqueiam ações. Erro de digitação não pune ninguém duas vezes — e report estranho vai para moderação, nunca é apagado em silêncio.
Se você e seu vizinho viram preços diferentes, os dois aparecem. Apagar discordância seria transformar o blequi em "preço oficial" — e não é para isso que ele serve.
Projeto em desenvolvimento, sem data fechada de lançamento. A fundação (M0) e o primeiro produto (M1 — preço por código de barras) estão concluídos; o trabalho agora é a blackfraude, que depende de acumular histórico de preço. O cronograma abaixo é o plano real, não uma promessa.
concluído em andamento planejado